Quem é Roulet?

Roulet é um cocó chamado de Tiago Trole, nome caricato né? Trole… Continuando… Roulet é um jovem de 20 anos de Lisboa, estudante de Artes Plásticas e Multimédia na universidade de Beja.

Como e quando é que decidiste começar a fazer música?

Tudo começou em 2006, quando um amigo me “apresentou” o Fruity Loops – software básico de produção de música – ainda era a demo, penso que era o FL4 ainda. Eu bem que tentava fazer alguma coisa de jeito mas não saía nada mesmo, o que saía era mais uma salada de sons sem ritmo.

Quais as tuas maiores influências na música?

Uma das grandes influências são os sentimentos, faço diferentes músicas de diferentes estilos dependendo do estado de espírito em que estou.

Dentro do panorama nacional, quem destacas?

Os BURAKA SOM SISTEMA sem dúvida, têm vindo a mostrar que são uma banda excelente em muitos aspectos – são versáteis, têm muitos estilos de música juntos, desde o kuduro ao house/techno e hip hop. Destaco também os artistas que compõem os Buraka em nome individual, como J-WOW – músicas excelentes e cheias de ritmo.

E no panorama international?

No panorama internacional vou destacar os STUPID FRESH e FOAMO, pelas mesmas razões: músicas contagiantes que te levam a dançar quer queiras quer não. Vou destacar também os URCHINS, grupo que está a contagiar as discos do Reino Unido, por agora, porque não tarda estarão a fazer um cd e uma tour…

O que significou teres uma remix na compilação da Fabric?

Significou muito mesmo, foi o meu primeiro lançamento e foi a nível internacional, foi logo num cd da FABRIC, uma das Editoras mais influentes do Reino Unido. Com o remix passei a ser reconhecido por alguns artistas internacionais e nacionais. Estou muito grato por os Buraka terem aceite a minha remix e integra-la no leque de músicas que implantaram na compilação da Fabric.

Como defines a tua música?

Completamente maluca! Pode sair uma coisa agressiva como calma ao mesmo tempo. Não tenho estilo definido gosto de variar, gosto de fazer os meus intrumentais calminhos para o chill, mas também gosto de fazer um pujante Kuduro/House/Techno a 130’s a 140’s BPM’s. Eu baseio-me muito em sentimentos, tento mesmo passar o que sinto, umas vezes sai bem noutras nem tanto, mas o produto final é sempre o mesmo – uma música, uma junção de sons com ritmos que encaixam um nos outros. A minha música é audível para quem quer, se a ouvirem toda vão ver que têm certas partes interessantes.

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